Como sempre digo, uma imagem vale por mil palavras!
A decepção é tamanha!
Sinceramente , temos que iniciar as mudanças, para que ofuturo seja de sustentabilidade!
Temos que dar os bons exemplos para a geração futura, para que eles possam viver um mundo melhor do que esse!
Sinta-se em casa...
Sentir o seu sabor embebido em mistério...
Consumir a linguagem e
amargar a saliva no fel imaginário!
terça-feira, 20 de outubro de 2009
segunda-feira, 8 de junho de 2009
A LINGUIÇA
A LINGUIÇA
(Arnaldo Jabor)À medida que envelheço e convivo com outras, valorizo mais ainda as mulheres que estão acima dos 30.
Elas não se importam com o que você pensa, mas se dispõem de coração se você tiver a intenção de conversar.
Se ela não quer assistir ao jogo de futebol na tv, não fica à sua volta resmungando, pirraçando...
Vai fazer alguma coisa que queira fazer... E geralmente é alguma coisa bem mais interessante.
Ela se conhece o suficiente para saber quem é, o que e quem quer.
Elas definitivamente não ficam com quem não confiam. Mulheres se tornam psicanalistas quando envelhecem.
Você nunca precisa confessar seus pecados... Elas sempre sabem...
Ficam lindas quando usam batom vermelho. O mesmo não acontece com mulheres mais jovens... Por que será, hein??
Mulheres mais velhas são diretas e honestas. Elas te dirão na cara se você for um idiota, caso esteja agindo como um!
Você nunca precisa se preocupar onde se encaixa na vida dela. Basta agir como homem e o resto deixe que ela faça...
Sim, nós admiramos as mulheres com mais de 30 anos!
Infelizmente isto não é recíproco, pois pra cada mulher com mais de 30 anos, estonteante, bonita, bem apanhada, sexy e resolvida, há um homem com mais de 30, careca, pançudo em bermudões amarelos, bancando o bobo para uma garota de 19 anos...
Senhoras, eu peço desculpas por eles: não sabem o que fazem!
Para todos os homens que dizem: 'Porque comprar a vaca, se você pode beber o leite de graça?', aqui está a novidade para vocês:
Hoje em dia 80% das mulheres são contra o casamento e sabem por quê? Porque as mulheres perceberam que não vale a pena comprar um porco inteiro só para ter uma linguiça!
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Momento de repensar...
Para ler o texto diretamente no jornal , clique na foto que ela se ampliará!
Vida
Artigo: Momento de repensar...
Elaine Alencar
Quarta-feira - 18/02/2009 - 03h01
Em pleno século XXI e ainda vemos e sentimos na pele muito descaso em toda parte.
Parece que as coisas acontecem como uma avalanche, quando você olha para trás está tudo destruído, isso quando consegue manter-se vivo. Neste caso a metáfora é muito bem empregada, porque em alguns casos os estragos feitos são irreversíveis e devastadores.
No caso de um tratamento interpessoal, os estragos são avassaladores e não visíveis, porque o sentimento de impotência e de raiva que se instala e passa pela corrente sanguínea, deixa a pessoa em um estado de torpor, algo que ninguém percebe e acha que seja normal, no termo de um jargão mais popular: "o outro que se dane!"
Ah, me diga, quem em algum momento não passou por uma situação de indignação diante de um vendedor de loja, de uma recepcionista, de um gerente ou de qualquer outro ser que se acha superior e no direito de insultar, agredir verbalmente ou maltratar alguém?
Muitos não têm reação imediata e amargam dentro de si uma sensação de perda e impotência arrasadoras, ficam com aquele sintoma martelando e sucumbem à raiva até esta sumir e sofrem por isso; outros já explodem imediatamente, fazem besteira por se sentirem ultrajados diante da situação, xingam, esperneiam e se fazem ser escutados na hora; muitos buscam seus direitos fazem de tudo para terem seu espaço preservado e seus direitos respeitados.
O que ainda acho um absurdo é tanto desrespeito assim com as pessoas; num mundo dito globalizado, cheio de limites impostos por leis, defesa de direitos e as pessoas ainda se prestam a tratar o seu semelhante com desprezo, desdém?
Em tempos de crise é melhor que as empresas comecem a repensar os seus métodos para atrair e manter seus consumidores como aliados e também as pessoas, de forma geral, deveriam atuar de forma mais profissional e cordial diante de seus semelhantes levando-se em consideração que em algum momento, todos somos consumidores.
Elaine Alencar é membro do Grupo Experimental da Academia Araçatubense de Letras
Artigo: Momento de repensar...
Elaine Alencar
Quarta-feira - 18/02/2009 - 03h01
Em pleno século XXI e ainda vemos e sentimos na pele muito descaso em toda parte.
Parece que as coisas acontecem como uma avalanche, quando você olha para trás está tudo destruído, isso quando consegue manter-se vivo. Neste caso a metáfora é muito bem empregada, porque em alguns casos os estragos feitos são irreversíveis e devastadores.
No caso de um tratamento interpessoal, os estragos são avassaladores e não visíveis, porque o sentimento de impotência e de raiva que se instala e passa pela corrente sanguínea, deixa a pessoa em um estado de torpor, algo que ninguém percebe e acha que seja normal, no termo de um jargão mais popular: "o outro que se dane!"
Ah, me diga, quem em algum momento não passou por uma situação de indignação diante de um vendedor de loja, de uma recepcionista, de um gerente ou de qualquer outro ser que se acha superior e no direito de insultar, agredir verbalmente ou maltratar alguém?
Muitos não têm reação imediata e amargam dentro de si uma sensação de perda e impotência arrasadoras, ficam com aquele sintoma martelando e sucumbem à raiva até esta sumir e sofrem por isso; outros já explodem imediatamente, fazem besteira por se sentirem ultrajados diante da situação, xingam, esperneiam e se fazem ser escutados na hora; muitos buscam seus direitos fazem de tudo para terem seu espaço preservado e seus direitos respeitados.
O que ainda acho um absurdo é tanto desrespeito assim com as pessoas; num mundo dito globalizado, cheio de limites impostos por leis, defesa de direitos e as pessoas ainda se prestam a tratar o seu semelhante com desprezo, desdém?
Em tempos de crise é melhor que as empresas comecem a repensar os seus métodos para atrair e manter seus consumidores como aliados e também as pessoas, de forma geral, deveriam atuar de forma mais profissional e cordial diante de seus semelhantes levando-se em consideração que em algum momento, todos somos consumidores.
Elaine Alencar é membro do Grupo Experimental da Academia Araçatubense de Letras
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
A IDADE DA LOBA
Vida
Soletrando: A idade da loba
Elaine Alencar
Terça-feira - 11/11/2008 - 03h01
"É depois dos 40 que a vida começa!"
Já ouvi muitas vezes essa frase, e por muitas vezes me fez pensar: "Será isso mesmo?".
Pois agora, eu posso dizer com propriedade de causa: é depois dos 40 que o bicho pega mesmo!
O que seria isso, alguns vão perguntar. Isso só pode ser revelado por quem está nesta fase, ou que tenha passado por ela; só digo uma coisa, se você é jovem, curta a vida freneticamente e com vontade, que quando você chegar aos 40 estará apto a entender o que todos os quarentões dizem a respeito.
As mudanças vão surgindo e o que reflete os novos dias é de um colorido intenso, as tendências de modismos vão ficando para trás, trazendo o gosto do velho carvalho em cada momento que a gente encara a novidade, percebendo que aquele tempo todo em que estivemos alimentando o corpo foi mesmo o processo de decantação de um velho conhaque.
O termo idade da loba foi propalado depois da publicação do livro de Regina Lemos "Quarenta - a idade da loba!".
Como uma das pioneiras da revolução sexual, resolveu publicar um livro sobre a situação das mulheres que, como ela, viveram as turbulências dos anos 60.
Ela se referia a essas mulheres como lobas, em alusão aos tempos em que elas se rebelaram contra a condição de chapeuzinho vermelho, para se equipararem aos homens, ou o lobo mau. Embora essa possa ser considerada uma idade especial para a mulher, na verdade, não tem nenhuma relação com o animal.
A relação que existe é que a partir dos anos 60 o lobo mau passou a se entender com a loba e não mais com a chapeuzinho vermelho. Estava decretado o fim do sexo frágil.
A idade da loba e do lobo deve ser encarada como uma fase de mudanças emocionais, de cuidados com a saúde, da aceitação física e da mudança do estilo de vida. Estas transformações estruturais deixam homens e mulheres sedentos por novas experiências. Elas podem ser gratificantes quando se troca a busca pela juventude, pela qualidade de vida e pelo rearranjo interno.
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
BOA SAFRA
Para ler o texto diretamente no jornal , clique na foto que ela se ampliará! ^^
Vida
Eu não quero ser altruísta demais e nunca deixei que o pessimismo me consumisse; afinal, se estou viva é porque existe um motivo!
Mas ultimamente percebi que, como alguns amigos
e poetas maduros dizem: nada melhor do que o tempo para amadurecer.
Tal se diz do vinho: quanto mais velho melhor, de um bom uísque "safra mil 900 e...", um velho conhaque em seu tonel de carvalho, sendo cada dia envelhecido para, no paladar humano, deixar aquele sabor dos anos de sua decantação.
Sim, o tempo é curativo, é seletivo, é indicativo de uma boa ou má safra. Tudo depende de como se conduzem os dias; sabendo escolher bem o que se planta, para que se colham bons frutos em compensação.
Neste momento, a gente percebe que o botãozinho da seletividade, bem conservado de outrora, começa a perder a cor e a inscrição, de tanto que é usado.
Os pensamentos filtram já de cara o que o corpo quer que seja seu alimento. Goela abaixo é algo que fica difícil de engolir, principalmente, se no período anterior se saboreou o gosto de dizer não!
- Menina, isso é bom demais!
Talvez eu tivesse querido ser isso naquele tempo, mas nada pode ser antecipado, tudo tem o seu tempo certo de ação, feito a prescrição de um remédio em suas diversas doses aplicadas durante o tratamento.
Sim, vivemos um tratamento intensivo durante a vida toda, tomando doses e doses de todos os tipos de remédios: doces, amargos, azedos; mas cada qual com uma função de moldar as nossas atitudes futuras num compêndio que traduza a sua realidade.
Para tanto, é necessário que se faça uma boa peneirada do que se absorve por aí. Como numa empreitada de caça a um diamante, é necessária muita persistência, muitas sacolejadas nos pedriscos e com sorte se acha a pepita dos sonhos.
E assim são as nossas escolhas; é necessário que durante todo o processo de amadurecimento se consiga chegar a ser de uma boa safra!
Elaine Alencar é membro do Grupo Experimental da Academia Araçatubense de Letras
Link da publicação online => http://www.folhadaregiao.com.br/assinante.php?codigo=101134
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
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