Sinta-se em casa...

Eu quero beber a sua alma!
Sentir o seu sabor embebido em mistério...
Consumir a linguagem e
amargar a saliva no fel imaginário!

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domingo, 6 de dezembro de 2009

sábado, 21 de novembro de 2009

ESTAÇÃO SALA DE AULA - Passageiros de Araçatuba


Folha e AAL lançam livro de crônicas


No dia 15 /10/2009 - Houve o lançamento do livro de crônicas "ESTAÇÃO SAL DE AULA - Passageiros de Araçatuba", ocorrido no CPP (Centro do Professorado Paulista), em Araçatuba, reuniu centenas de professores da cidade e região, além de autoridades.
O evento contou com a presença de representantes do Executivo, Legislativo, Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo), CPP (Centro do Professorado Paulista) e Sinpro (Sindicato dos Professores).

O projeto é fruto de uma parceria entre a AAL (Academia Araçatubense de Letras) e o jornal Folha da Região. O trabalho pretende homenagear os professores, destacando para isso o trabalho de 100 educadores. Eles tiveram suas biografias e fatos curiosos de vida retratados por meio de crônicas.

ADQUIRA SEU EXEMPLAR
- Preço: R$ 20
- Centro: rua Afonso Pena, 638, de segunda a sexta, das 8h30 às 19h; sábados, das 8h às 12h.
- Araçatuba Shopping: piso térreo, de segunda a sexta, das 10h às 22h; domingos, das 13h às 19h.
- Jardim Nova Iorque: Rua Joaquim Fernandes, 445, de segunda a sexta, das 8h30 às 19h.
- Birigui: rua Bento da Cruz, 642, Centro, de segunda a sexta, das 8h30 às 18h; sábados, das 8h30 às 11h.
- E-mail: circulacao@folhadaregiao.com.br
- Telefone: (18) 3636-7707 (horário comercial).

Meio atrasado, mas tá valendo!



 

Crônica Dona Aldah de Lima


ALDAH DE LIMA

Elaine Cristina de Alencar

Biografia
Aldah, filha do jornalista Hildebrando da Costa Lima (falecido) e Dona Lindaura Coelho Lima, nasceu em 15 de maio de 1946, no município de Lupércio, na região de Marília - São Paulo. Iniciou seus estudos em Guararapes, em meados de 1954, na escola Waldemar Queiroz e em seguida mudou-se para Araçatuba, passando por diversas escolas. O Magistério, para se formar professora, fez no IE- Instituto de Ensino Manoel Bento da Cruz; dando sequência, cursou Letras na Faculdade Auxilium, de Lins, onde obteve licenciatura plena. Lecionou para o secundário principalmente no Clóvis de Arruda Campos.

E o reflexo no espelho deixou marcas de suas realizações...

Como disse certa vez Clarice Lispector: “Que ninguém se engane, só se consegue a simplicidade através de muito trabalho”.  E assim foi o caminho traçado por Dona Aldah de Lima. Já bem pequena sentia que sua vocação estava voltada para as letras, desta forma se divertia ensinando os amigos de infância em Lupércio.
         
Sua mãe, Dona Lindaura, foi quem lhe deu as primeiras noções de alfabetização. Aos sete anos, por prerrogativas da profissão do pai, jornalista, mudou-se para a região de Araçatuba. Estudou primeiramente em Guararapes na  escola que estava sob a direção do Professor Valdemar Queiroz, que futuramente recebeu o nome do seu diretor.
         
Sua vida no cotidiano escolar, foi marcada por várias mudanças, pois passou por inúmeras  escolas primárias, fazendo a terceira série no Francisca de Arruda Campos, a quarta no José Cândido, e da quinta à oitava foi agraciada com uma bolsa de estudos pelo Sr. Joaquim Dibo, indo para o Ginásio Araçatubense.
          Suas virtudes estavam estampadas no anseio de ensinar...

          Entre 1961 e 1963 fez o magistério no Instituto de Ensino Manoel Bento da Cruz  formando-se então professora; ali ela concluiu que estava  no caminho certo e foi  cursar letras  na Faculdade Auxilium da cidade de Lins, onde obteve licenciatura plena, no período de 1964 a 1967.
          Já em Araçatuba, sua maior carga horária em aulas de Língua Portuguesa, foi dada na Escola Estadual Dr. Clóvis de Arruda Campos, cujo codinome popular é “Paraisão”. Ainda assim, deu aulas em outras escolas, sempre para o secundário, podendo citar: Joubert de Carvalho, Maria do Carmo Lélis, Luiz Gama e Nilce Maia.
         
Foi responsável pela educação especial na DRE – Divisão Regional de Ensino, no cargo de Assistente Técnica de Supervisão Pedagógica em Educação Especial. A aposentadoria foi concluída como Diretora da Escola Monsenhor Victor Ribeiro Mazzei.
          Hoje seus dias são preenchidos com uma boa leitura de romances, adora escutar música clássica, MPB e cita com muito bom humor  letras da Jovem Guarda, da qual guarda, saudosa, as canções de boas e inocentes letras.
           Sua luta foi de grande valia. Sempre buscando a melhoria do ensino para seus alunos, em todas as instâncias; considera-se uma batalhadora.

           E ao se olhar no espelho, sente completas as realizações plantadas pelo caminho.  Seus alunos, que outrora eram simplesmente ouvintes de suas falas, hoje seguem os seus passos e continuam o seu legado; como a Professora Marly Souto, que foi sua pupila em tempos áureos e lhe rendeu homenagem pela escolha da carreira.

           Sente-se orgulhosa ainda de encontrar ex-alunos, que comentam ter tomado gosto pela leitura através de seu incentivo, pois tinha o dom de saber escolher livros de interesse que prendessem a atenção dos jovens e os despertassem para esta atividade.

           Disso percebo e concluo que, sentíamos os mestres como seres superiores. Verdadeira idolatria em que o víamos como deuses! E , até hoje, este é o sentimento quando se defronta pessoas como Dona Aldah de Lima
.

   
*Elaine Cristina de Alencar é integrante do Grupo Experimental da AAL

terça-feira, 20 de outubro de 2009

MOMENTO IMPORTANTE DE REFLEXÃO

Como sempre digo, uma imagem vale por mil palavras! A decepção é tamanha! Sinceramente , temos que iniciar as mudanças, para que ofuturo seja de sustentabilidade! Temos que dar os bons exemplos para a geração futura, para que eles possam viver um mundo melhor do que esse!

segunda-feira, 8 de junho de 2009

A LINGUIÇA

A LINGUIÇA (Arnaldo Jabor)

À medida que envelheço e convivo com outras, valorizo mais ainda as mulheres que estão acima dos 30.
Elas não se importam com o que você pensa, mas se dispõem de coração se você tiver a intenção de conversar.
Se ela não quer assistir ao jogo de futebol na tv, não fica à sua volta resmungando, pirraçando...
Vai fazer alguma coisa que queira fazer... E geralmente é alguma coisa bem mais interessante.
Ela se conhece o suficiente para saber quem é, o que e quem quer.
Elas definitivamente não ficam com quem não confiam. Mulheres se tornam psicanalistas quando envelhecem.
Você nunca precisa confessar seus pecados... Elas sempre sabem...
Ficam lindas quando usam batom vermelho. O mesmo não acontece com mulheres mais jovens... Por que será, hein??
Mulheres mais velhas são diretas e honestas. Elas te dirão na cara se você for um idiota, caso esteja agindo como um!
Você nunca precisa se preocupar onde se encaixa na vida dela. Basta agir como homem e o resto deixe que ela faça...
Sim, nós admiramos as mulheres com mais de 30 anos!
Infelizmente isto não é recíproco, pois pra cada mulher com mais de 30 anos, estonteante, bonita, bem apanhada, sexy e resolvida, há um homem com mais de 30, careca, pançudo em bermudões amarelos, bancando o bobo para uma garota de 19 anos...
Senhoras, eu peço desculpas por eles: não sabem o que fazem!
Para todos os homens que dizem: 'Porque comprar a vaca, se você pode beber o leite de graça?', aqui está a novidade para vocês:
Hoje em dia 80% das mulheres são contra o casamento e sabem por quê? Porque as mulheres perceberam que não vale a pena comprar um porco inteiro só para ter uma linguiça!

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Momento de repensar...


Para ler o texto diretamente no jornal , clique na foto que ela se ampliará!


Vida

Artigo: Momento de repensar...

Elaine Alencar

Quarta-feira - 18/02/2009 - 03h01

Em pleno século XXI e ainda vemos e sentimos na pele muito descaso em toda parte.
Parece que as coisas acontecem como uma avalanche, quando você olha para trás está tudo destruído, isso quando consegue manter-se vivo. Neste caso a metáfora é muito bem empregada, porque em alguns casos os estragos feitos são irreversíveis e devastadores.
No caso de um tratamento interpessoal, os estragos são avassaladores e não visíveis, porque o sentimento de impotência e de raiva que se instala e passa pela corrente sanguínea, deixa a pessoa em um estado de torpor, algo que ninguém percebe e acha que seja normal, no termo de um jargão mais popular: "o outro que se dane!"
Ah, me diga, quem em algum momento não passou por uma situação de indignação diante de um vendedor de loja, de uma recepcionista, de um gerente ou de qualquer outro ser que se acha superior e no direito de insultar, agredir verbalmente ou maltratar alguém?
Muitos não têm reação imediata e amargam dentro de si uma sensação de perda e impotência arrasadoras, ficam com aquele sintoma martelando e sucumbem à raiva até esta sumir e sofrem por isso; outros já explodem imediatamente, fazem besteira por se sentirem ultrajados diante da situação, xingam, esperneiam e se fazem ser escutados na hora; muitos buscam seus direitos fazem de tudo para terem seu espaço preservado e seus direitos respeitados.
O que ainda acho um absurdo é tanto desrespeito assim com as pessoas; num mundo dito globalizado, cheio de limites impostos por leis, defesa de direitos e as pessoas ainda se prestam a tratar o seu semelhante com desprezo, desdém?
Em tempos de crise é melhor que as empresas comecem a repensar os seus métodos para atrair e manter seus consumidores como aliados e também as pessoas, de forma geral, deveriam atuar de forma mais profissional e cordial diante de seus semelhantes levando-se em consideração que em algum momento, todos somos consumidores.

Elaine Alencar é membro do Grupo Experimental da Academia Araçatubense de Letras

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

A IDADE DA LOBA

Para ler o texto diretamente no jornal , clique na foto que ela se ampliará!
(atrasado, mas publicado! =P)
Vida
Soletrando: A idade da loba
Elaine Alencar Terça-feira - 11/11/2008 - 03h01
"É depois dos 40 que a vida começa!"
Já ouvi muitas vezes essa frase, e por muitas vezes me fez pensar: "Será isso mesmo?".
Pois agora, eu posso dizer com propriedade de causa: é depois dos 40 que o bicho pega mesmo! O que seria isso, alguns vão perguntar. Isso só pode ser revelado por quem está nesta fase, ou que tenha passado por ela; só digo uma coisa, se você é jovem, curta a vida freneticamente e com vontade, que quando você chegar aos 40 estará apto a entender o que todos os quarentões dizem a respeito.
As mudanças vão surgindo e o que reflete os novos dias é de um colorido intenso, as tendências de modismos vão ficando para trás, trazendo o gosto do velho carvalho em cada momento que a gente encara a novidade, percebendo que aquele tempo todo em que estivemos alimentando o corpo foi mesmo o processo de decantação de um velho conhaque.
O termo idade da loba foi propalado depois da publicação do livro de Regina Lemos "Quarenta - a idade da loba!".
Como uma das pioneiras da revolução sexual, resolveu publicar um livro sobre a situação das mulheres que, como ela, viveram as turbulências dos anos 60.
Ela se referia a essas mulheres como lobas, em alusão aos tempos em que elas se rebelaram contra a condição de chapeuzinho vermelho, para se equipararem aos homens, ou o lobo mau. Embora essa possa ser considerada uma idade especial para a mulher, na verdade, não tem nenhuma relação com o animal.
A relação que existe é que a partir dos anos 60 o lobo mau passou a se entender com a loba e não mais com a chapeuzinho vermelho. Estava decretado o fim do sexo frágil.
A idade da loba e do lobo deve ser encarada como uma fase de mudanças emocionais, de cuidados com a saúde, da aceitação física e da mudança do estilo de vida. Estas transformações estruturais deixam homens e mulheres sedentos por novas experiências. Elas podem ser gratificantes quando se troca a busca pela juventude, pela qualidade de vida e pelo rearranjo interno.